Pedro Cunha Lima acredita em cortes no orçamento da Câmara e diz que população quer que cada deputado receba um salário mínimo

O deputado federal Bruno Cunha Lima, esteve nessa quinta (04) esteve no Master News e comentou sobre a greve dos caminhoneiros e a economia possível dentro dos gabinetes.

Bruno diz que a greve pode até ter chegado ao fim, mas o sentimento da população não acaba: “Desde 2013 tem manifestações contra os três poderes. A população não admite mais viver dessa forma. Pagam impostos e não recebe saúde, não recebe segurança. As pessoas estão esgotadas de levar isso nas costas”.

Sobre o governo do presidente Michel Temer, Bruno reafirma que discorda: “esse governo não me desce”, e se diz totalmente “Fora, Temer!”. Apesar de integrar a oposição se diz favorável a alguns programas do governo, como o Criança Feliz.

Sobre a manutenção do presidente e não investigação, o parlamentar critica a Câmara Federal: “Se ela tivesse agido da forma correta a situação seria diferente. Disseram que se tirassem o presidente o país não aguentaria, mas veja o que o país aguenta agora”.

O deputado revela que economia é possível, e que cortou quase 40% de custos do seu gabinete: “E ultrapassou mais de R$2 milhões e isso de só um deputado. Estive conversando com Rodrigo Maia e outros deputados também estão fazendo seu dever de casa, haverá um corte no orçamento da Câmara”. Bruno nega que mantenha regalias, mas que precisa de assessores e serviços essenciais: como o pagamento de passagens aéreas e diz entender a indignação dos eleitores: “Para o nível de indignação a população quer que o deputado receba um salário mínimo”.

 

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