Prefeitura alerta para proibição de eventos autorizados antes do novo decreto em Campina Grande

A Prefeitura de Campina Grande, através da Gerência de Vigilância Sanitária do Município, está alertando para a proibição da realização de eventos que haviam sido autorizados, antes da publicação do novo decreto municipal, na sexta-feira (22) que proíbe qualquer tipo de festa, em decorrência da pandemia do novo coronavírus.

O funcionamento de espaços como cinemas, museus, teatros, circos, casas de festas, centros de convenções, salas de espetáculos, salões de festas, áreas gourmet e espaços similares, inclusive em condomínios, bem como a realização de eventos sociais, congressos, seminários, conferências, shows e feiras comerciais, em todo o município, está proibido entre os dias 21 de maio e 6 de junho.

Dessa forma, eventos como festas de casamento, que aconteceriam com capacidade de pessoas no local reduzida conforme estabelecia o decreto anterior, não podem acontecer durante o período, mesmo que tenham sido permitidos pela Gevisa.

“É necessário fazer o alerta que a determinação vale para qualquer evento, sobretudo, para aqueles que já haviam sido autorizados pela Gevisa, para acontecer neste período”, alertou a gerente da Vigilância Sanitária, Betânia Araújo

A medida também vale para eventos esportivos, exceto competições organizadas pelas Federações estaduais e Confederações.

 

Fiscalização

Na sexta-feira (22) uma força tarefa entre o Procon Municipal, a Gevisa e as forças de segurança intensificou as fiscalizações do cumprimento dos decretos. Estabelecimentos comerciais foram visitados, mas segundo a Prefeitura, nenhuma irregularidade foi encontrada.

Fiscalização do cumprimento das medidas restritivas em Campina Grande — Foto: Divulgação/Codecom

A própria população de Campina Grande também pode auxiliar na fiscalização de aglomerações, denunciando o descumprimento às regras de prevenção à Covid-19, através do telefone 0800-095-5126.

Estabelecimentos flagrados descumprindo as medidas podem ser autuados, interditados (em caso de reincidência), e multados em até R$ 5 mil.

Fonte: G1