Alvo de quebra de sigilos, paraibano critica ‘desespero’ de CPI e deve recorrer de decisão

Alvo de quebra dos sigilos telefônico e telemático por parte da CPI da Covid-19, o paraibano de Campina de Grande e assessor especial da Presidência da República, Tércio Arnaud Tomaz, criticou nesta quarta-feira (30) o que chamou de ‘desespero’ da CPI ao tomar a decisão.

Por meio das redes sociais, ele também fez críticas à determinação de quebra de sigilos de sua irmã, Nara Arnaud Tomaz. “Minha irmã nem do governo é para quebrar sigilo”, disse.

O jornalista Felipe Nunes, da Rádio Arapuan FM, apurou junto a fontes de Brasília, que Tércio Arnaud Tomaz deverá recorrer da decisão, por considerá-la sem fundamento e inapropriada. Como Tércio é assessor da Presidência da República, a Advocacia Geral da União (AGU) deverá ser consultada.

A determinação da CPI se estende também a Allan dos Santos, que atua no site Terça-Livre, e Carlos Eduardo Guimarães, assessor do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Segundo ‘O Antagonista’, com essas informações a CPI pretende avançar nas investigações sobre a disseminação de informações supostamente falsas ao longo da pandemia.